António Zambujo – Lambreta

Letra e vídeo da atuação ao vivo no Coliseu de Lisboa da música Lambreta, pelo cantor português António Zambujo

Vem dar uma voltinha na minha lambreta
E deixa de pensar no tal Vilela
Que tem carro e barco à vela
O pai tem e a mãe também
Que é tão, tão, sempre a preceito
Cá para mim no meu conceito
Se é tão, tão e tem, tem, tem
Tem de ter algum defeito

Vem dar uma voltinha na minha lambreta
Vê só como é bonita, é vaidosa
A rodinha mais vistosa
Deixa um rasto de cometa
É baixinha mas depois
Parece feita para dois
Sem falar nos etecéteras
Que fazem de nós heróis

Eu sei que tenho estilo gingão
Volta e meia vai ao chão
Quando faz de cavalinho
Mas depois passa-lhe a dor
Endireita o guiador
E regressa de beicinho
Para o pé do seu amor

Vem dar uma voltinha na minha lambreta
Eu juro que eu guio devagarinho
Tu só tens de estar juntinho
Por razões de segurança
E se a estrada nos levar
Noite fora até ao mar
Paro na beira da esperança
Com a luzinha a alumiar

E deixar de pensar no tal Vilela
Que tem carro e barco à vela
O pai tem a mãe também
Que é tão, tão, sempre a preceito
Cá para mim no meu conceito
Se é tão,tão e tem, tem, tem
Tem que ter algum defeito

Se é tão tão e tem tem tem,
Tem que ter algum defeito
Se é tão tão e tem tem tem,
Tem que ter algum defeito 

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